Amazon Bboy

Uma das Equipe de dança de rua mais atuante e participativa no momento. Atualmente a crew desenvolve um trabalho profissional na dança, com shows e apresentações em teatros pelo Brasil, competindo nos maiores eventos de dança de rua, realizando workshop, participando como jurados de competições, também desenvolve trabalhos sociais de oficinas de dança nas escolas publicas e selecionando os alunos mais avançados para o projeto KURUMIM CREW com os treinamentos aplicado no AMAZON B.BOY, filosofia de trabalho, disciplina[...]

A Evolução da Dança

Bem… hoje eu vim falar com você sobre um assunto não muito comentado no dia a dia de muitas pessoas; a dança. Todos nós já virmos um vídeo, ou já assistimos a um filme que passou na TV, mostrando os diversos tipos de danças já inventados por todos esses anos.Grandes cantores como: Elvis Presley, Michael Jackson… inventaram o seu próprio estilo de dança que passou a ser conhecido por todo o mundo, e assim, pegando nas pessoas como um grudi.A evolução da dança não é de hoje, a muito tempo já existe isso.[...]

Nome dos Power Moves

O Resolvi postar essa matéria porque hoje em dias muitos dos Novos Bboys não sabem os verdadeiros nomes dos movimentos, então é só espiar [...]

Power Moves :Dicas de Treinos

Para você obter bons resultados em seus treinos de PowerMove aqui está ótimas dicas desenvolvidas pelo o Professor de Ed. Física e bboy Alemão[...]

Battle Of The Year Brasil 2009

Confira aqui no Conexão Brasil Hip Hop as Crews que irão participar do BOTY Brasil 2009(Battle of the Year) que será realizado em Campinas SP, nos dias 5, 6 e 7 de Setembro. Clique e confira todos os detalhes!.[...]

Batalha Central

Postado por Klaylton segunda-feira, 9 de novembro de 2009 0 comentários

DANÇA DE RUA BRASIL PREPARATIVOS PARA O 1ª EDIÇÃO da batalha central em codó- MA

PROGRAMAÇÃO:

BATALHAS
bboy dupla
bgirl dupla
poping indevidual

PREMIO PREVISTO PARA OS GRUPOS EM:
bboy R$ 500,00
bgirl R$ 300,00
poping R$ 300,00

INSCRIÇÃES ABERTAS

DATA PREVISTA PELA ORGANIZAÇÃO:
12 DE DEZENBRO DE 2009.
MAIS INFORMAÇÃES CL; (99)88167432 (CANELA)

II Desafio de BBoys e BGirls Jovem de Expressão - A Grande Final

Postado por Klaylton quinta-feira, 5 de novembro de 2009 0 comentários

DANÇA DE RUA BRASILJovens que curtem hip-hop se prepararam para mostrar suas performances na grande final do concurso de dança de rua.


A cultura Hip Hop vem ganhando força e conquistando adeptos entre os jovens, principalmente na prática da dança de rua. Prova disso é que os dançarinos, mais conhecidos como B.Boys e B.Girls, lotam praças, baladas e espaços culturais de comunidades do DF para aperfeiçoar e mostrar ao público suas coreografias. A cultura, levada a séria, já virou profissão e muitos jovens se preparam para encarar mais um grande desafio.


Depois de três eliminatórias, uma no Paranoá e duas em Santa Maria, 32 duplas foram classificadas no II Desafio de B.boys e B.girls Jovem de Expressão e garantiram vaga na grande final. O evento será realizado no próximo domingo, dia 11 de outubro, em Sobradinho II (COER), durantes as comemorações de 20 anos de aniversário da cidade.


Sob a coordenação geral da equipe do Projeto Música e Moedas pela Paz e apoio técnico dos instrutores de Break do Jovem de Expressão*, o Desafio de BBoys e BGirls – Jovem de Expressão foi criado com o objetivo de promover a cultura e a arte que transforma, educando e unindo os jovens de todas as classes e raças.


“É fundamental que ocorram eventos como este para que os jovens se sintam cada vez mais estimulados e tenham esta arte reconhecida e validada por pais, familiares, em fim, por todos da comunidade”, explica Iranildo Gonçalves, do Grupo Cultural Azulim.


* O Programa Jovem de Expressão é um Investimento social do Grupo CAIXA SEGUROS, em parceria com o Grupo Cultural Azulim e Movimento Integrado de Saúde do DF , que tem como foco principal promover a saúde de jovens entre 18 e 24 anos, moradores de comunidades carentes do DF, e reduzir a exposição desse público a situações de violência.


Informações: Iranildo Gonçalves – 9123.4904 / 3485.3912

DANÇA DE RUA BRASIL Na tarde de sábado, enquanto o coreógrafo Nilberto Lima de Souza ajeitava as caixas de som na Escola de Ensino Médio Governador Celso Ramos, a professora Juliana Crestani ensaiava com a Companhia Joinvilense de Dança de Rua C.R. Crew na Casa da Cultura. Longe dali, Fabio Martelo e Malcolm promoviam mais um dia do Hip Hop Social (HHS) com adolescentes do Jardim Paraíso, em Joinville. Iniciativas como essas podem ajudar Joinville se tornar a cidade da dança o ano interio não só durante o Festival de Dança.


Uma causa da cidade abraçada por A Notícia. Os quatro elementos do hip hop unem os três projetos e são instrumentos para reforçar o caráter dos jovens e livrá-los dos problemas sociais. Do subúrbio de Nova York para as ruas de Joinville, o hip hop se despe do preconceito e da crítica social para ganhar força como movimento cultural.


— O hip hop surgiu para que as gangues parassem de brigar e resolvessem sua situação numa batalha de dança. É um movimento que trabalha com cidadania e valores — explica Nilberto.


À frente do grupo Fúria das Ruas, da Escola Governador Celso Ramos, Nil coleciona três títulos do Festival de Dança de Joinville na modalidade dança de rua avançado. Mas é nos sábados, com os jovens do projeto, que ele realmente se encontra.


— O grupo já nasceu com essa intenção de ser social — explica o coreógrafo.


Nil chega logo cedo, antes das sete horas. De tarde, a companhia dos quase 90 jovens que participam do projeto não o deixavam quieto. Ele só vai embora de noite, após o ensaio com o grupo avançado do Fúrias das Ruas. O braço direito de Nil é a coordenadora do projeto, Janete Coelho de Souza.


— Fazemos um trabalho voluntário. A maioria dos alunos são bolsistas e não pagam mensalidade, então o pouco que arrecadamos é pra comprar gasolina para buscar os equipamentos e a comida — salienta.


O reforço do Fúria das Ruas vem da direção da Escola Celso Ramos e da Associação dos Pais e Professores. A mesma intenção levou Juliana Crestani a criar a Casa do Hip Hop Arte Inclusiva (CHHAI), em março de 2004. A rotina é parecida com a da Nil: praticamente todos os sábados são dedicados às aulas gratuitas e oficinas.


— Quem quiser, é só chegar aqui. Tem participante que faz aula de violino na Casa da Cultura e tem quem vem de bicicleta do Itinga — salienta.


As aulas de grafite, MC’s, DJ e dança urbana são frequentadas por crianças de cinco anos até adultos com mais de 30 anos. Em cinco anos, mais de três mil pessoas já participaram da CHHAI, incluindo o projeto de dança inclusiva para cadeirantes, o grupo de grafiteiros Kaos Crew e o grupo C.R. Crew.


No Jardim Paraíso, o Hip Hop Social dá seus primeiros passos. O projeto tem a chancela de duas feras do hip hop em Joinville, MC Malcolm, integrante do grupo 5º Elemento, e Fabio Martelo, fundador do Conexão Break-Style. O HHS começou há quase dois anos, e desde o início de 2009 promove seus encontros no CEI Recanto dos Querubins, atendendo cerca de 30 adolescentes.


— A maioria são estudantes e alguns trabalham para ajudara família. Então serve também como entretenimento para eles — informa o MC Malcolm.


CONHEÇA OS PROJETOS
Grupo Fúrias das Ruas
Sábados, às 10 horas, na Escola Governador Celso Ramos, rua Doutor Plácido Olímpio de Oliveira, 400. Informações: (47)3455-5062



Casa do Hip Hop
Sábados, às 16 horas, na Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, rua Dona Francisca, 800. Informações: (47)9961-2761



Hip Hop Social no Jardim Paraíso
Sábados, a partir das 15 horas, no CEI Recanto dos Querubins, rua Apus, 1029. Informações: (47)9602-6854

DANÇA DE RUA BRASIL Os movimentos impressionantes da dança de rua ou street dance, como também é conhecida, desembarcam no Pelourinho, a partir do dia 1º de novembro. Trata-se do Dança de Rua Invadindo a Praça, que acontece também nos domingos seguintes, dias 15, 22 e 29 de novembro. O projeto integra a programação do Tô no Pelô.


No dia 1º de novembro, o público vai conferir a apresentação do grupo de rap RBF, a música dos Djs Bandido e Chacal e a arte ao vivo dos grafiteiros Bigod, Lee 27, Drico e Sank. Na ocasião, serão feitas as inscrições para as oficinas e batalhas de dança que acontecerão nos domingos seguintes, com prêmios em dinheiro. As inscrições podem ser feitas também às terças-feiras, às 19h30, na Roda de Break que acontece na Praça da Sé.

Batalha Xtreme 2009

Postado por Klaylton quarta-feira, 4 de novembro de 2009 0 comentários

DANÇA DE RUA BRASIL Dias 21 e 22 de Novembro na XTREME CLUB
Rua Engenheiro Mesquita Sampaio, 807 - Morumbi – SP
Será realizado a Batalha Xtreme


Jurados:
**JEROMESKEE (Massive Monkeys/ Rock Steady Crew)
**BEBE (Groundzero Crew- Produtor Who Can Roast the Most)
**CRAZY LEGS (Rock Steady Crew)

Shows/Exposições/2 Ambientes/Graffiti/Skate

Competidores de 16 países!!!
(Chile, Argentina, Paraguai, Uruguai, Peru, Bolivia, Colômbia, Venezuela, Nicaragua, Costa Rica, Panamá, Portugal, Estados Unidos, Austria, Israel e Brasil)


Premiação de U$3500 DÓLARES EM JOGO!!


NÃO PERCA

Bboy Pelezinho

Postado por Klaylton sábado, 24 de outubro de 2009 1 comentários

Em uma reportagem especial sobre o break, a revista Época abordou há um mês a rotina do B.boy Pelezinho quando da sua participação no campeonato Red Bull BC One. Na reportagem, a vida de Pelezinho é retrada e sua trajetória no break é mostrada.


Aos 13 anos o b.boy começou a ensaiar seus primeiros passos. Inicialmente pretendia ser jogador de futebol, mas ao ter contato com os passos de dança se identificou e foi de encontro aos seus objetivos. Hoje aos 26 anos Pelezinho ganha a vida dançando break e já percorreu países como México, Portugal, Coréia, Colômbia, África do Sul, Austrália, Inglaterra e Alemanha.


Sua carreira como profissional da dança tornou-se possível com a ajuda dos grafiteiros "Os Gêmeos", que passaram a convidar Pelezinho para participar de competições, pois perceberam seu talento. "O Pelé dança com a filosofia de superar os gringos, fazendo diferente e melhor", diz Gustavo Pandolfo.


Pelezinho também já deu aulas de breakdance para meninos da Febem e garante que o resultado foi surpreendente. "Aprendi ali que a rua tem coisas ruins e boas. Eles me falavam das ruins, eu tentava ensinar uma das boas:


a dança", ele diz. "Veja bem: se eu rapar a cabeça, colocar Havaianas, bermuda bege e camiseta branca, sou igual a qualquer um deles lá dentro. Só que escolhi outra vida pra mim. Já imaginou se eles também tiverem uma chance de escolher?".


Tsunami All Star

Postado por Klaylton 0 comentários






Tsuname All Stars é uma ótima crew de b.boys, os cara foram pra Coréia, participar do R16 International. Uma espécie de mundial de break. Participaram 16 crews de 14 países diferentes.Tsunami all stars ficou em 6º lugar no Showcase (apresentação solo) e 4º lugar nas batalhas, ficando em 4º lugar na colocação geral. "Na minha opinião deveria ter ficado em primeiro"Esse trabalho tinha que ser divulgado de uma forma muito mais ampla no Brasil


Festival de Dança será aberto nesta quarta no Theatro

Postado por Klaylton quinta-feira, 22 de outubro de 2009 0 comentários

DANÇA DE RUA BRASIL O festival acontece durante quatro noites reunindo grupos do PI, MA, Pará e Rondônia A partir das 19 horas desta quarta-feira, dia 21, 149 grupos do Piauí, Maranhão, Pará e Rondônia se revezam em quatro noites de espetáculos na 13º edição do Festival de Dança de Teresina, promovido pela Prefeitura de Teresina, por meio da Fundação Municipal de Cultura Monsenhor Chaves.

O Festival de Dança de Teresina, que acontece no Theatro 4 de Setembro, tem como objetivo incentivar a dança entre grupos da cidade, mostrando o que estão sendo produzidos por eles, sendo uma espécie de vitrine, além de reunir escolas dos estados do Norte e Nordeste do país. Neste ano, o evento conta com a participação de 149 grupos de quatro estados que se apresentam em três noites de competições (21,22 e 23), com trabalhos inscritos em oito gêneros: Balé Clássico de Repertório, Balé Clássico, Dança Contemporânea, Jazz, Dança de Rua, Danças Populares, Estilo Livre e Sapateado, subdivididos em quatro categorias: Infantil, Juvenil, Adulto e Avançada. A Mostra Infantil e Juvenil, será realizada às 17h30 dos dias 22 e 23 e a categoria Adulto e Avançado acontecerá às 19h30, sendo que os primeiros colocados se reapresentarão no dia 24 de outubro, na Noite dos Campeões.

A premiação será de R$ 550,00 para o melhor Conjunto Infantil; R$ 250,00 para Melhor bailarino infantil e Melhor bailarina infantil, cada; R$ 650,00 para Melhor Conjunto Juvenil; R$ 300,00 para Melhor Bailarino Juvenil e Melhor bailarina juvenil, cada; R$ 500,00 para Melhor Bailarino Clássico, Melhor Bailarina Clássica, Melhor Bailarino Não-Clássico e Melhor Bailarina Não-Clássica. O Melhor duo ou trio fatura R$ 500,00, o Melhor conjunto Clássico R$ 900,00, mesmo valor pago ao Melhor Conjunto Contemporâneo/Dança- Teatro, Melhor Conjunto Estilo Livre / Jazz/Sapateado e Melhor Conjunto Dança de Rua / Danças Populares. O Melhor Pas de Deux ganha R$ 600,00 e o Melhor Grand Pás-de-Deux R$ 1.000,00. Além disso, será feita uma Premiação especial do júri técnico de R$ 1.000,00.

DANÇA DE RUA BRASIL Na tarde de sábado, enquanto o coreógrafo Nilberto Lima de Souza ajeitava as caixas de som na Escola de Ensino Médio Governador Celso Ramos, a professora Juliana Crestani ensaiava com a Companhia Joinvilense de Dança de Rua C.R. Crew na Casa da Cultura. Longe dali, Fabio Martelo e Malcolm promoviam mais um dia do Hip Hop Social (HHS) com adolescentes do Jardim Paraíso, em Joinville. Iniciativas como essas podem ajudar Joinville se tornar a cidade da dança o ano interio não só durante o Festival de Dança.

Uma causa da cidade abraçada por A Notícia. Os quatro elementos do hip hop unem os três projetos e são instrumentos para reforçar o caráter dos jovens e livrá-los dos problemas sociais. Do subúrbio de Nova York para as ruas de Joinville, o hip hop se despe do preconceito e da crítica social para ganhar força como movimento cultural.

— O hip hop surgiu para que as gangues parassem de brigar e resolvessem sua situação numa batalha de dança. É um movimento que trabalha com cidadania e valores — explica Nilberto.

À frente do grupo Fúria das Ruas, da Escola Governador Celso Ramos, Nil coleciona três títulos do Festival de Dança de Joinville na modalidade dança de rua avançado. Mas é nos sábados, com os jovens do projeto, que ele realmente se encontra.

— O grupo já nasceu com essa intenção de ser social — explica o coreógrafo.

Nil chega logo cedo, antes das sete horas. De tarde, a companhia dos quase 90 jovens que participam do projeto não o deixavam quieto. Ele só vai embora de noite, após o ensaio com o grupo avançado do Fúrias das Ruas. O braço direito de Nil é a coordenadora do projeto, Janete Coelho de Souza.

— Fazemos um trabalho voluntário. A maioria dos alunos são bolsistas e não pagam mensalidade, então o pouco que arrecadamos é pra comprar gasolina para buscar os equipamentos e a comida — salienta.

O reforço do Fúria das Ruas vem da direção da Escola Celso Ramos e da Associação dos Pais e Professores. A mesma intenção levou Juliana Crestani a criar a Casa do Hip Hop Arte Inclusiva (CHHAI), em março de 2004. A rotina é parecida com a da Nil: praticamente todos os sábados são dedicados às aulas gratuitas e oficinas.

— Quem quiser, é só chegar aqui. Tem participante que faz aula de violino na Casa da Cultura e tem quem vem de bicicleta do Itinga — salienta.

As aulas de grafite, MC’s, DJ e dança urbana são frequentadas por crianças de cinco anos até adultos com mais de 30 anos. Em cinco anos, mais de três mil pessoas já participaram da CHHAI, incluindo o projeto de dança inclusiva para cadeirantes, o grupo de grafiteiros Kaos Crew e o grupo C.R. Crew.

No Jardim Paraíso, o Hip Hop Social dá seus primeiros passos. O projeto tem a chancela de duas feras do hip hop em Joinville, MC Malcolm, integrante do grupo 5º Elemento, e Fabio Martelo, fundador do Conexão Break-Style. O HHS começou há quase dois anos, e desde o início de 2009 promove seus encontros no CEI Recanto dos Querubins, atendendo cerca de 30 adolescentes.

— A maioria são estudantes e alguns trabalham para ajudara família. Então serve também como entretenimento para eles — informa o MC Malcolm.

CONHEÇA OS PROJETOS

Grupo Fúrias das Ruas
Sábados, às 10 horas, na Escola Governador Celso Ramos, rua Doutor Plácido Olímpio de Oliveira, 400. Informações: (47)3455-5062

Casa do Hip Hop
Sábados, às 16 horas, na Casa da Cultura Fausto Rocha Júnior, rua Dona Francisca, 800. Informações: (47)9961-2761

Hip Hop Social no Jardim Paraíso
Sábados, a partir das 15 horas, no CEI Recanto dos Querubins, rua Apus, 1029. Informações: (47)9602-6854

Cultura estréia "Danciarte"

Postado por Klaylton segunda-feira, 5 de outubro de 2009 1 comentários

CONEXÃO BRASIL HIP HOP BÁRBARA BARBOSA
Da reportagem local
Com vários representantes na região, a dança de rua finalmente conquista seu espaço em Mogi. Uma vez por mês, a Secretaria de Cultura abrirá as portas do Centro de Cidadania e Arte (Ciarte) para o "Danciarte", projeto idealizado pelo dançarino Márcio Pial que visa a reciclar o cenário de dança urbana na região.

Programado para acontecer sempre no segundo domingo do mês, o projeto terá início hoje, às 15 horas. A entrada é franca e aberta ao público, que poderá conferir duplas de dançarinos, DJs e grafiteiros, entre outras atrações. Vários grupos da região, como Die Hard Crew, de Suzano, B. Boy Combatentes, de Itaquá, e Guild Style, de Mogi, já confirmaram presença.

A cada edição, um estilo diferente de dança de rua será homenageado pelo projeto. No primeiro encontro, o destaque fica por conta do break boy, ou simplesmente b-boy. "Essa é a dança no chão, com giros acrobáticos", explica Pial. Haverá, ainda, outras modalidades, como o popping, que se baseia na técnica de contração e relaxamento dos músculos aliados a movimentos e poses do dançarino, e o locking, que tem fundamentos no funk original, com movimentos geralmente amplos e rítmicos sincronizados com a música. "O popping é a dança do Michael Jackson, já o locking é o estilo mais antigo de dança de rua", diferencia o idealizador.
Além das apresentações de dança, o "Danciarte" abre espaço também para a música, com a participação de Djs renomados, como Bali, de Mogi, e Niko, de Suzano. Haverá ainda uma exposição de grafite com trabalhos de Fabrício Bozer, conhecido grafiteiro mogiano que já trabalhou com as bandas Charlie Brown Jr. e Racionais MCs. "Temos muitos artistas bons na cidade que acabam indo mostrar seu trabalho em outros locais. A ideia é reforçar a dança de rua da região e fazer do Ciarte um espaço para os jovens", diz Pial.




Batalhas

A cada edição, o "Danciarte" promoverá uma batalha entre dançarinos de rua, que serão previamente convidados. A primeira disputa será entre duplas de b-boys. Os vencedores receberão R$ 200.
O Ciarte fica na rua Dr. Ricardo Vilela, 69, centro. Mais informações pelo telefone 4725-3341.

Falta de divulgação tira brilho da Virada Cultural

Postado por Klaylton sábado, 19 de setembro de 2009 0 comentários

DANÇA DE RUA BRASIL A primeira Virada Cultural proposta por Campinas foi morna. As 24 horas de intensa atividade cultural na cidade pegou o público de surpresa devido ao pouco tempo de divulgação. Das atrações programadas para o final de semana, apenas a região Central recebeu o maior público . Na noite de sábado, poucas pessoas acompanharam à performance do grupo de dança de rua Eclipse Cultura e Arte, na Estação Cultura. Os que apareceram na plataforma assistiram a um espetáculo pra lá de interativo, com passos de break de embaralhar a visão. Após a apresentação, que contou com a participação da plateia, o grupo foi aplaudido de pé.

Da mesma forma se estabeleceu na Praça de Esportes do DIC VI. O entusiasmo das bandas e da batida do forró era vibrante, mas a pista estava quase vazia. Uma pena. O casal Marcelo e Roberta de Lima, moradores das proximidades, arriscou um motivo para a falta de público. 'A Secretaria de Cultura não se preocupou em fazer uma divulgação aqui no bairro. Ninguém soube do evento. Nós, viemos por acaso' , disse ele.

Já nas atividades do Centro, o público foi maior. No Largo do Rosário, o jazz de grupos como Vinicius Corilow e Banda arrastou a família para praça. A cena mais comum do lugar era a de pais brincando com seus filhos na medida em que músicos tocavam. No Convivência, antes de acompanharem às apresentações de música instrumental, os espectadores fitavam por meio de um telescópio o planeta Júpiter. 'A fila chegou a acumular 60 pessoas' , contabilizou o astrônomo Júlio Lobo, o responsável pela observação.

Enquanto isso, a Praça Carlos Gomes recebeu casais à espera de canções de ontem. Que o diga Michel e Isabel Salomé, que ocuparam uma mesa bem em frente ao coreto. Como apreciadores da boa MPB, estavam ali por um único motivo: o show da dupla Antonio Carlos e Jocafi. 'Eles nos remete a uma fase maravilhosa de nossa vida que foi a adolescência' , disse Michel, todo animado. Após cantar a letra toda de Você Abusou, canção de maior sucesso da dupla baiana, o casal sentenciou: 'Esses shows na praça deveriam ocorrer com mais frequencia.'

Em compensação, nas praças da Vila Padre Anchieta e do Campo Grande a Virada foi sucesso de plateia. Na primeira delas, o sertanejo rolou solto. Mais de dez duplas, algumas sucessos da programação da Rádio Tupi FM, desfilaram pelo palco, que contou ainda com o show do caipira Renato Teixeira. O repertório agradou quem resolveu passar ali algumas horas. 'Se tocou viola, eu estou dentro' , fez questão de frisar Paulo Signoretti, morador do bairro. Para o acompanhar na noitada, levou a mulher, Márcia. 'As apresentações foram muito boas' , avaliou a mulher.

Na Praça da Concórdia, no Campo Grande, os jovens eram maioria. A programação voltada a eles teve como ponto alto o show da Família Lima. Grudadas na grade de ferro, que separa artista do público, três fãs do grupo não pararam de gritar e de tirar fotos um minuto sequer durante o show. 'Eles são maravilhosos' , resumiu Nagila Ferreira, de 21 anos. Ao seu lado, as amigas Ana Maria Mariano e Drielle Mota completaram: 'Maravilhosos na música e na beleza' . Risos. 'Aqui no bairro nunca tem nada. Quando tem um show desses, não podemos perder' , lembrou Drielle.

A Orquestra Sinfônica Municipal de Campinas se apresentou hoje (13/9), no Parque das Águas, no bairro Jambeiro. A apresentação, que começou às 10h, já havia iniciado quando a jovem Janaína Rodrigues Almeida, 24 anos, entrou no Parque trazendo a irmã mais nova, Letícia Almeida de Oliveira, 8 anos, a pedido de sua mãe. 'Achei a música muito bonita, mas não reconheci nenhuma' , disse a jovem, que mora no Parque Jambeiro e nunca havia assistido um concerto. 'Se eu não tivesse vindo, provavelmente estaria limpando minha casa' , presumiu a moça. O público vibrou ao som de peças do norte-americano Aaron Copland autor da Fanfarra (for a Common Man), de obras de Mozart como a abertura de 'Bodas de Figaro' , Wagner, Strauss e Rossini com a abertura do 'Barbeiro de Sevilha' durante uma hora de apresentação. E atendendo ao público, o maestro Parcival Módulo, regente adjunto da Sinfônica, executou uma musica extra.

O grupo B-Brother da Assomada foi á capital e venceu o concurso de dança hip hop 2009 que aconteceu nos dois últimos fim-de-semana no pavilhão Vavá Duarte, Praia. O espectáculo começou com muitas horas de atraso mas nada que fizesse esmorecer o entusiasmo do numeroso público, jovens sobretudo, que se deslocaram ao Vavá Duarte para prestigiar o evento que já é uma marca no programa cultural do país. E os vários grupos mostraram o dinamismo que vem tomando conta do movimento Hip Hop entre nós, cada um ao seu nível, muito street dance no sangue, expressada em coreografias que retratam a Violência Domestica, tema que vem sendo discutido, e mereceu desta vez um destaque especial da arte HIP HOP!.




B-Brother vence o concurso de dança Hip Hop 2009






Passaram vários grupos para animar, mas o público só se levantou da cadeira e chegou ao delírio quando Ricky Boy e o Djodji TC entraram em cena. Os TC Dancer, que é um dos melhores e mais antigos grupos de Hip Hop de Cabo Verde, voltaram para dar um pequeno show no fim do concurso, presenteando assim um público já cheio de saudades da emoção que esses rapazes fazem questão de passar cada vez que sobem num palco. Tudo terminou num ambiente de festa, com muita euforia e sem nenhuma violência. A Semana esteve lá e mostra algumas fotografias do ambiente vivido no concurso.

Fotos: Eneias Rodrigues
















DANÇA DE RUA BRASIL Jack Cole: Um pioneiro do Jazz Dance

O Jazz Dance hoje tem resquícios de um dos pioneiros do jazz dance e poucos fizeram sua marca sobre a técnica de jazz. Muitas vezes usamos a técnica de Bob Fosse, Jerome Robbins e / ou Jack Cole. Todas as três técnicas existem ainda hoje nas salas de aula de jazz de todo o país, e hoje vemos a sua marca no mundo da dança.

A maioria dos bailarinos de jazz são elegantes e tem ótima postura e movimentos criativos. A maioria dos alunos jazz musical tem um “Q” de Fosse ou do jazz dos anos 80 inspirados nos filmes musicais da época. Mas muitos não estão cientes de que Jack Cole foi um dos coreógrafos mais importantes na modalidade Jazz Dance!

Cole foi um dos primeiros coreógrafos de jazz. Ele realmente foi uma inspiração para Robbins, Fosse, Gwen Verdon e muitos outros bem conhecidos de hoje. Jack Cole começou a evoluir em sua dança jazz de musicais. Ele evoluiu o “Jazz Dance Theatre”, como coreógrafo e diretor em produções ou filmes como “Some Like it Hot, Man of La Mancha, There’s No Business Like Show Business, Gilda, Kismet e The Merry Widow.

Jack começou como bailarino de dança moderna. Ele realmente era um estudante e intérprete do Denishawn Dance Company, que foi criado pelo renomado mundo moderno, a dançarina Ruth St. Dennis e Ted Shawn. Bailarinos como Martha Graham e Doris Humphrey vieram da mesma escola.

A dança moderna se moldou a forma de Cole, mais tarde, o jazz também. Ele modificou a dança moderna para movimentos com passos de dança popularares do jazz para fazer um jazz mais técnico e artístico. Ele também participou da formação da dança moderna, com a idéia de ser “no chão”. Ele incorporou um “plie” mas baixo nas movimentações das coreografias. Este redefiniu seu estilo, que se transformou em uma técnica Bonafide. Este movimento do jazz deu uma sensação de poder e gravidade.

Depois de dançar com Denishawn Jack montou seu próprio grupo de dança. O tipo de dança que ele estava obcecado era “oriental” ou dança asiática, bem como a dança indiana, flamenco e Lindy Hop.

Mais tarde ele acabou voltando-se para os musicais. Criou vários musicais, envolvido com o Ziegfeld Follies (que é uma série bem conhecida dos musicais que moldaram o teatro musical de hoje).

Cole tinha um estilo único de dançar, ele não tinha medo de incorporar o movimento sensual, colisões em seus atos. O estilo de Jack na nova dança criativa realmente trouxe o “tabu” para fora, mas com bom gosto!

Jack Cole passou a fase de muitos filmes de Hollywood. Ele era notório por seu trabalho com Marilyn Monroe em Diamond’s Are A Girl’s Best Friend, bem como Os Homens Preferem as Loiras.

Infelizmente, muitas das criações de Jack não foram reconhecidas, tanto quanto alguns dos pioneiros do jazz, porque ele estava muito envolvido com uma produção cheia de falhas.

Jack Cole não foi conhecido fora das classes de dança, e pelos historiadores da dança, mas seu legado vive em cada classe de jazz do mundo.

DANÇA DE RUA BRASIL SESC Pinheiros



Dança de Rua com Nelson Triunfo e Funk & Cia



Dia(s) 22/09, 23/09, 24/09, 25/09, 26/09, 27/09

Terça a sexta, das 16h às 18h e das 20h às 21h30.; sábado e domingo, das 11h às 13h.



Vivências e práticas de dança de rua através de seus diversos estilos como o Break, o Soul, o Popping e o Locking, buscando o desenvolvimento de trabalhos coletivos e de solos através da interação com o espaço e possibilidades do grupo. O curso acontece de terça a domingo com opção de três horários.



Ginásio Mosaico - 4º andar.

Venda de ingressos pelo sistema INGRESSOSESC.

R$ 20,00

[inteira]

R$ 10,00

[usuário matriculado no SESC e dependentes, +60 anos, professores da rede pública de ensino e estudantes com comprovante]

R$ 5,00

[trabalhador no comércio e serviços matriculado no SESC e dependentes]





saiba mais
SESC

CONEXÃO BRASIL HIP HOP Dezenove mil alunos de 25 escolas da região Norte de Cuiabá, que aderiram as ações do projeto “De Cara Limpa Contras as Drogas”, estão recebendo as ações do programa. Palestras sobre drogas lícitas e ilícitas, gravidez na adolescência, poluição, autoestima, testemunho de vida, teatro, concursos de desenhos, cartazes, frases e paródias, oficinas sobre o tema drogas e aulas de percussão, são algumas das atividades proposta pelo projeto que se utiliza da cultura, da arte e do esporte, para tentar, de alguma forma, alertar a massa estudantil para os efeitos perversos causados pelo uso de drogas. A primeira fase do programa encerra no dia 30 de setembro, com o mutirão da “Juventude Cara Limpa”.



A lição que esse trabalho quer deixar é simplesmente mostrar aos alunos que a vida tem muito mais a oferecer do que as drogas, que em sua essência caminha em larga vertente para o mal e para dias piores. De um lado temos o traficante se fortalecendo cada vez mais e arregimentando sempre um maior número de pessoas para a sua equipe criminosa. De outro temos jovens e até crianças, em sua maioria pobres, que vê nas drogas uma chance de alcançar tudo o que sonham e desejam. Daí para chegar a outros crimes como roubo e furtos é apenas um degrau.



A delegada Elaine Fernandes, gerente do projeto, reforçou a parceria com as empresas, secretarias e universidade, principalmente com a Unic, nas palestras, com a Secretaria de Estado de Cultura (SEC), nas oficinas, teatro, música, dança e grafite. São 56 acadêmicos da Faculdade de Farmácia, além dos alunos do curso de Psicologia. “É louvável o comprometimento dos acadêmicos da Unic bem como da coordenação do programa de intercâmbio cultural de Secretaria de Cultura. São eles que fazem o projeto de fato acontecer na prática”, pontuou.



A Escola Dione Augusta, no bairro CPA IV, é uma das parceiras do projeto. A escola participou dos concursos de desenhos, paródias e cartazes, uma das fases do programa. Segundo a diretora da Escola, professora América Feitosa, depois que o projeto chegou, já sentiu diferença nos alunos, que pararam de fumar no ambiente escolar. “O De Cara Limpa vai direto no problema, fala a linguagem dos estudantes e dessa forma consegue evitar e tirar os jovens do ‘mundo das drogas’. O projeto, não só explica o que são as drogas, mas acima de tudo, conscientiza os jovens do mal que o entorpecente causa na vida deles”, elogiou a diretora.



Estão confirmadas para este mês, palestras sobre drogas, ministradas por acadêmicos da Faculdade do Curso de Farmácia, Universidade de Cuiabá (Unic), as oficinas: Quem conta um conto, com Humberto Medeiros, de Grafiti, com Cleitom Amarelo, de Dança de Rua, com Tony Schuring, de Teatro com a Cia. Arte Negus e a Reciclando com música, com Anselmo Parabá.



Programação para o mês de setembro:



Palestras e oficinas:

Dia 1º: Palestra sobre drogas, Acadêmicos do curso de Farmácia Unic. Escola Estadual André Ribeiro Avelino, CPAI

Dia 04: Palestra sobre drogas, Acadêmicos do curso de Farmácia Unic. Escola André Avelino Ribeiro, CPA I.

Dia 11: Palestra sobre drogas, Acadêmicos do curso de Farmácia Unic. Escola Estadual Francisco Ferreira, Boa Esperança.

Dias 11 e 14: Oficina sobre violência e suas interfaces. Acadêmicos do Curso de Psicologia. EMEB 8 de Abril, no Bela Vista.

Dia 14: Oficina sobre violência e suas interfaces. Acadêmicos do Curso de Psicologia. EMEB 8 de Abril, no Bela Vista.



Dia 19: Atividade desportiva/recreação. EMEB Maria D’Glória de Souza, bairro Baú.

Dia 24: Palestra sobre poluição – acadêmicos do curso de Farmácia da Unic. Escola Estadual Francisco Ferreira, Boa Esperança. Horário: 15h.



Quem conta um conto:

Dia 11: na EMEB Augusto Mário Vieira, no bairro Jardim Campo Verde da Esperança.

Dia 09: na EMEB Quintino Pereira, no bairro Canjica.

Dia 15: na EMEB Francisca Martins, no bairro Jardim Eldorado.

Dia 21: na EMEB 08 de Abril, no bairro Bela Vista,

Dia 22: na EMEB Firmo José Rodrigues, no Três Barras, às 8h30

Dia 28: na EMEB Juscelino José Reiners, no Novo Horizonte, às 8h30.



Teatro (Grupo Arte Negus):

Dias 17 e 18: na EMEB Quintino Pereira, no bairro Canjica, às 08 e 14h.

Dia 24: na EMEB Francisca Martins, no bairro Jardim Eldorado, às 9h30.



Grafite:

Às sextas-feiras, das 16h às 18h: na Escola Padre João Panarotto, no CPA IV.

Aos sábados, das 14h às 16h: na Escola Estadual Leovegildo de Melo, no CPA III, St. 5.



Dança de rua:

Às sextas-feiras, das 16h às 18h: na Escola Estadual Vitorino Monteiro, no CPA III.

Aos sábados, das 14h às 16h: na Escola Estadual Leovegildo de Melo, no CPA III St. 5.



Reciclando com música:

Às segundas-feiras, das 17h às 19h: na Escola Estadual, no bairro Bela Vista.

Às quartas-feiras, das 17h às 19h: na Escola Estadual Francisca Martins, Caic Eldorado, no bairro Jardim Eldorado.

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